Câmara de SP terá mais do que o dobro de mulheres em 2017
03/10/2016 - 11h33 em Mundo

Câmara de SP terá mais do que o dobro de mulheres em 2017

11 vagas na Câmara serão ocupadas por mulheres contra 5. Quatro vereadoras foram reeleitas e sete, eleitas.

O número de mulheres eleitas para o cargo de vereadora na Câmara Municipal de São Paulo mais do que dobrou. Em 2017, 11 mulheres estarão ocupando as 55 vagas disputadas nas eleições deste domingo (2).

Na atual gestão do Legislativo municipal, são apenas cinco mulheres que são vereadoras, ou seja, 9% do total. No ano que vem, as mulheres representarão 20% da Câmara.

As vereadoras Edir Sales (PSD), Juliana Cardoso (PT), Patricia Bezerra (PSDB) e Sandra Tadeu (DEM), foram reeleitas.

Adriana Ramalho (PSDB), Aline Cardoso (PSDB), Janaina Lima (NOVO), Rute Costa (PSD), Sâmia Bomfim (PSOL), Soninha (PPS) e Noemi Nonato (PR) são as novas eleitas.

O aumento da campanha nas redes sociais por maior representatividade feminina nas Casas Legislativas é apontado como fator para o maior número de vagas garantidas.

Sâmia Bomfim, por exemplo, tinha como bandeira de sua campanha o feminismo e integra o movimento Bancada Ativista.

Perfil da Câmara

O partido do prefeito eleito, João Doria (PSDB), tem o maior número de cadeiras, 11, seguido do PT, com 9. DEM, PR, PRB e PSD elegeram 4 vereadores cada.

O PSDB ganhou três cadeiras, passando de oito vereadores da atual legislatura para 11. A legenda também conseguiu reeleger seis deles.

O PT, que com 10 cadeiras é a legenda com mais vereadores atualmente na Casa, perdeu uma vaga e passará a ser o segundo partido da Câmara. Sete dos vereadores petistas foram reeleitos e três não conseguiram votos suficientes. Um dos dois novos petistas na Câmara foi o recordista de votos desta eleição: Eduardo Suplicy. O ex-senador obteve 301.446 votos (mais que o dobro do segundo mais bem votado, Milton Leite, do DEM, que teve 107.957).

Dos 55 vereadores, 33 conseguiram se reeleger, isto representa renovação de 40% de vereadores da Câmara Municipal de São Paulo.

Crédito: G1 Globo

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